Nesta segunda parte da nossa homenagem aos 76 anos da Revolução social na Espanha apresentamos uma galeria de fotos do período.
São lindas, emocionantes e inspiradoras!
Viva a luta de classes!
Abaixo o Estado, o capitalismo e o patriarcado!
Hijos del pueblo – Filhos do povo |
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| Hijo del pueblo, te oprimen cadenas | Filho do povo, que as cadeias oprimem |
| y esa injusticia no puede seguir, | e que a injustiça não pode continuar, |
| si tu existencia es un mundo de penas | se sua vida é um mundo de tristezas |
| antes que esclavo prefiero morir. | Eu prefiro morrer ao invés de escravo. |
| Esos burgueses, asaz egoístas, | Estes burguesa foi amplamente egoísta |
| que así desprecian la Humanidad, | assim desprezam a humanidade, |
| serán barridos por los anarquistas | serão varridos pelos anarquistas |
| al fuerte grito de libertad. | o grito de liberdade. |
| Rojo pendón, no más sufrir, | Bandeira vermelha, sem mais sofrimento, |
| la explotación ha de sucumbir. | exploração deve sucumbir. |
| Levántate, pueblo leal, | Levanta-te, as pessoas justas, |
| al grito de revolución social. | o grito da revolução social. |
| Vindicación no hay que pedir; | Vindication Não pergunte; |
| sólo la unión la podrá exigir. | só a União pode exigir. |
| Nuestro paves no romperás. | Nosso pav não quebrar. |
| Torpe burgués. | Desajeitado burguesa. |
| ¡Atrás! ¡Atrás! | Voltar! Voltar! |
| Los corazones obreros que laten | Os corações que batem trabalhadores |
| por nuestra causa, felices serán. | Para o nosso bem, ser feliz. |
| si entusiasmados y unidos combaten, | se animado e lutar juntos, |
| de la victoria, la palma obtendrán. | da vitória, a palma vai. |
| Los proletarios a la burguesía | Os proletários para a burguesia |
| han de tratarla con altivez, | tem que tratá-lo com orgulho, |
| y combartirla también a porfía | e também contenção combartirla |
| por su malvada estupidez. | por sua estupidez mal. |
| Rojo pendón, no más sufrir, | Bandeira vermelha, sem mais sofrimento, |
| la explotación ha de sucumbir. | exploração deve sucumbir. |
| Levántate, pueblo leal, | Levanta-te, as pessoas justas, |
| al grito de revolución social. | o grito da revolução social. |
| Vindicación no hay que pedir; | Vindication Não pergunte; |
| sólo la unión la podrá exigir. | só a União pode exigir. |
| Nuestro paves no romperás. | Nosso pav não quebrar. |
| Torpe burgués. | Desajeitado burguesa. |
| ¡Atrás! ¡Atrás! | Voltar! Voltar! |



























































































































































































































































































Valendo-nos da nossa constituição ideológica libertária, antes de irmos ao campo da teoria, onde nossas análises poderão ser melhor fundamentadas, lembremos do despejo do Pinheirinho, executado “magistralmente” pela Polícia Militar, cujos setores do baixo oficialato, mesmo “explorados” economicamente, cumpriram eficientemente sua função ao reprimir, espancar e despejar (sem mencionar as denúncias de violência sexual). Recordemo-nos da atuação da Polícia Militar nos morros cariocas, que mata e assassina nosso povo pobre e negro sob o pretexto do combate ao narcotráfico. Vamos recordar as ações repressivas das Polícias Militares em manifestações estudantis e de trabalhadores, permitindo ao capital seu livre trânsito e reprodução. Sem mencionar, ainda que fosse necessário, a função da polícia na manutenção das desigualdades e na defesa dos exploradores e dominadores de nosso povo. Alguns satisfariam-se com as reflexões feitas até aqui. Acrescentaríamos à estas certezas ideológicas, o reforço da experiência de muitos militantes dos movimentos populares em que estamos inseridos, e que convivem dia a dia com a opressão, o racismo e a repressão dos “trabalhadores” policiais!




