Abertura do mês da Consciência Negra!

O Núcleo de Consciência Negra na USP inicia ciclo de debates, palestras e atividades do Mês da Consciência Negra de 2013.

A abertura deste ciclo se dá com a realização da mesa de debate “Mulheres Encarceradas”, no qual será discutida a situação das mulheres, com foco especial nas que se encontram em situação de encarceramento nas penitenciárias.

A atividade ocorrerá no Espaço Aquário da FFLCH, no prédio da Geografia e História às 19 horas.

O NCN pede a todxs que comparecerem doações de produtos de higiene pessoal, principalmente absorventes, que serão levados a penitenciárias.

A atividade contará com a participação do Coletivo Anastácia Livre.

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/180305842162646/

Logo após ocorrerá a FESTA Quilombatuque!

A festa terá exposições, intervenções artísticas, dança, música, muita cerveja e gente boa, e acontecerá no Espaço Verde.

Já tem confirmado um grupo musical de improviso de música soul, blues e jazz.

Todxs são bem-vindos!

Que venha o Mês da Consciência Negra!

Assembléia Geral de Estudantes da USP – 31 de outubro

Quando: 31 de outubro às 17h

ATENÇÃO: a Assembleia começará à 17 horas, segundo foi aprovado na reunião do Comando de Greve, para garantir a participação da galera que tá organizando o Festival do Cão.

CHEGUEM CEDO!

Onde: Em frente à reitoria ocupada ou em caso de chuva no vão da história e geografia.

“Tudo para todos. Para nós, nada”, EZLN.

Recomendamos o vídeo “Severamente Punidos” que denuncia a campanha midiática contra o movimento Black Block como uma estratégia para criminalizar os protestos e incentivar a repressão policial.

Um massacre midiático prepara sempre um massacre real. Violenta é a mídia!

Veja aqui: https://rizoma.milharal.org/2013/08/31/severamente-punidos-a-midia-demoniza-o-black-bloc/

“Eu não escondo o meu rosto”

Segue um brilhante texto – só que ao contrário – sobre os “black blocs” (considere que a definição utilizada de “black bloc” é a mesma dos partidos autoproclamados esquerda e da revista veja). Assim como os ursinhos carinhosos, e futuros candidatos a vereadores, o autor do texto não esconde seu rosto e acredita nas manchetes da Folha. Boa leitura!

Retirado de: http://juntos.org.br/2013/10/eu-nao-escondo-o-meu-rosto/

“A Folha de S. Paulo traz em sua manchete, hoje, a notícia de que 95% dos paulistanos rejeitam os “black blocs”. Neste dado, duas questões chamam a atenção. Por um lado, é assustador o esforço da classe dominante em ter como alvo os black blocs. Toda sanha policial e repressão é justificada por sua existência. Com isso, esconde-se o fato do próprio fenômeno dos black blocs já refletir as deformações do sistema em que vivemos, em que boa parte da juventude é formada num contexto de profunda violência e repressão, sem qualquer perspectiva de futuro.

Ao mesmo tempo, fica claro o evidente: a tática dos black blocs é nefasta para o movimento de massas e tende a afastar o conjunto da população das manifestações.

Essa compreensão é fundamental. Sobretudo, diante de um dado que a Folha, hoje, busca mostrar de maneira tímida: 66% da população apoia as manifestações. A ampla maioria. Um número estrondoso se levarmos em conta a campanha homérica que tem feito a burguesia brasileira para tirar as pessoas da rua. Todos os dias, Jornal Hoje, Jornal Nacional, todos os telejornais e até a TV do metrô exibem fartamente cenas de violência, com o único intuito de afastar as pessoas.

Entretanto, reverter junho é uma tarefa muito dura. Que ninguém se esqueça de que, até recentemente, a maioria da população simplesmente desaprovava os protestos.

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Informes sobre o ato do dia 25 de outubro

Nesta última sexta feira – 25 de outubro – aconteceu um ato convocado pelo MPL que tinha como pauta principal tarifa zero.

O ato partiu do Teatro Municipal e terminaria no terminal Pq.Dom Pedro .

Quando o ato já estava para terminar…

http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=W7gO2hSmq78

O coronel da PM Reynaldo Simões Rossi teve uma surpresinha desagradável. Além disso teve também a sua pistola .40 e um rádio comunicador roubados segundo a própria PM.

Não deve ser uma surpresa tão grande sofrer uma agressão quando a sua própria profissão implica em agredir ao povo e as/aos de abaixo.

“Pode censurar, me prender, me matar
Não é assim promotor, que a guerra vai acabar” – Facção Central

Seguimos em luta!